Monday, October 29, 2007

A AGENDA PLEIADIANA




A AGENDA PLEIADIANA
COMO NEGAR A REALIDADE APRESENTADA NESTE LIVRO?
(Parte I)





Afinal de contas os anunnákis como são considerados até mesmo anjos, são sacerdotes de Anu o grande Deus Sumério que dominou o Ocidente e que é convocado a se apresentar neste livro. E por que Anu está ligado à Nibiru?(o astro intruso). Afinal de contas somos ou não criação deste Deus como ele mesmo cita na bíblia? Somos sim destruídores de tudo que é superior à nós assim como Anu destrói e impede que os demais fatos apresentados no restante deste site cheguem com credibilidade à população. Afinal de contas, devemos ou não comer do fruto proíbido da sabedoria que vai além da divindade do "nosso" grande Deus?

Para que seja compreendido melhor, darei um complemento pessoal à sinopse do livro e também colocarei apenas parte da introdução por questões de direitos autorais. Assim também terão tempo para refletir na repercussão que este livro poderá causar em suas vidas e dicidir se aceitam comer o fruto da sabedoria ou se preferem ser "robôzinhos" de Deus? Entenderam o que eu disse? Eu disse Deus e não a Força Criadora e Sustentadora de todas as dimensões, o TODO por assim dizer, já que tal inteligência é humanamente indefinível. Por isso eu digo Deus assim como Anu, Anúbis o grande Deus (egipcio) de Siríus e outros mais, que também estão sujeitos à lei da criação! Apesar é claro de serem Deuses e poderem neutralizar tais condições porém acho que eles não estariam satisfeitos se deixassem de serem Deuses, por motivos assim.

Mas vamos ao livro: A melhor abordagem para o livro de Barbara Hand Clow,"A Agenda Pleiadiana", é vê-lo dentro da tarefa cosmológica tradicional de se aprender como "entrar no Universo". Para a maioria das pessoas do mundo de hoje, isso pode parecer uma tarefa estranha ou até mesmo completamente trivial. Afinal, o Universo não nos cerca de todos os lados? Portanto, o que poderia ser mais fácil do que entrar nele? Na verdade, porém, esse desafio de penetrar no Universo é muito antigo. E nós humanos, em particular, temos um desafio ímpar como espécie, porque não nos apoiamos apenas em nossa herança genética. Outros animais são poupados disso. Pelo menos na maioria das situações, as regras de comportamento são bastante claras.

Nós temos um desafio totalmente diferente. Acumulamos informações a respeito do Universo e de como ele opera e podemos consultá-las para aprender como agir de maneira inteligente dentro dele.

Entrar no Universo significa simplesmente aprender os caminhos de um mundo mais amplo e a forma de relacionar-se com tudo isso. Os primeiros humanos sentiram que esse era um desafio profundo e premente. Possivelmente durante 300 mil anos e, certamente, pelo menos por mais 40 mil anos, os humanos reuniram-se durante a noite para meditar sobre os caminhos do Universo, a fim de descobrir seu próprio caminho através do Grande Mundo. Seja qual for o continente que tenham vivido, em que cultura ou em que era, os humanos sempre se reuniram à noite - ao redor do fogo nas planícies africanas, nas cavernas das florestas eurasianas, sob o resplandente céu noturno da terra australiana, nas moradas da América do Norte - para contar as hitórias sagradas do Universo e do que é necessário para viver uma nobre vida humana.

Digo que isso aconteceu em todas as culturas, mas, naturalmente, hoje não é bem assim. Nós, os humanos contemporâneos, não o fazemos. A humanidade moderna parece ser a primeira cultura a quebrar essa tradição primordial de celebrar os mistérios do Universo. O que pode significar o fato de termos abandonado algo que funcionou durante 300 mil anos?

A sociedade industrial moderna age de maneira diferente. Questões de grande significado são tratadas não em cavernas nem em planícies abertas, mas em igrejas, mosteiros e templos. Nesses locais, todos os fins de semana bilhões de humanos se reúnem para refletir sobre sua relação com o divino. Em todos esses milhões de cerimônias religiosas semanais, tão essenciais à saúde e à espiritualidade da humanidade como um todo, pode-se encontrar uma diversidade de comemorações religiosas, mas raramente se vê uma contemplação séria do Universo, onde, por "Universo", quero dizer simplesmente Universo das estrelas e do solo e dos anfíbios e dos mamíferos e dos insetos e dos rios e das terras úmidas.

Assim temos o impasse comtemporâneo: por um lado, as religiões contemporâneas focalizam principalmente as relações dos humanos em si com o divino, deixando de lado as questões antigas de como penetrar no Universo, enquanto a ciência, por outro lado, embora focalize o Universo, ensina num Universo que não tem significado nem destino sagrado e evita falar do papel essencial que os humanos têm nele.

Esse é o ponto do último livro de Barbara Hand Clow. Do início ao fim ela se preocupa com o Universo como um reino sagrado, um Universo de matéria, energia e informações mas também um Universo povoado de seres espirituais. É um Universo com um destino sagrado. Clow focaliza também - e aqui novamente do ínício ao fim - o papel que os humanos desempenham nessa história cósmica. Ela escreve que irá ajudar cada um de nós a "lembrar-se de como nadar nas estrelas". Promete ajudar-nos a "ativar nossos Eus Cósmicos". Em oposição ao caráter niilístico pós-moderno que assombra a maioria das universidades de hoje, ela fala do papel central que os humanos e a Terra, como um todo, têm que desempenhar, pois escreve ela, "(...) vocês são os corpos para todas as dimensões (cósmicas) durante a entrada da Terra na Era de Aquário".

Nem comete ela o pecado embriagador da melhor filosofia clássica ocidental de enaltecer o humano e denegrir, ao mesmo tempo, todo o mundo não-humano. Para Clow, toda vida é sagrada e toda espécie desempenha um papel vital. Numa bela frase, ela escreve que "os animais são a fonte de sabedoria estelar dos humanos". E não apenas os mamíferos, nossos parentes próximos. Na visão dela, os répteis também têm um poder especial que precisamos respeitar, como quando ela escreve que "nós, répteis, que permanecemos na Terra, somos os que possuem esta incrível inteligência (de Gaia). Trazemos esse conhecimento dentro de nosso corpo físico".

Antes de prosseguirmos, precisamos parar para fazer uma pergunta muito simples: Se nossas crianças fossem iniciadas no Universo por meio de tal cosmologia, uma cosmologia que considerasse o Universo sagrado, que mostrasse aos humanos um papel vasto e cósmico, que respeitasse os animais e outras formas de vida, seriam elas condenadas a crescer e a destruir a Terra, como tantos de nós fizemos?

Se desejarmos moldar uma cultura baseada em uma cosmologia viva precisamos saber por que visões como a de Clow são inevitavelmente descartadas pelo "Time de Administradores do Mundo".

A humanidade perdeu a cosmologia especulativa cinco séculos atrás, quando o novo empreendimento científico destruiu a compreensão comum que a humanidade medieval tinha do Universo. Em 1543, Nicolau Copérnico, um obscuro astrônomo polonês, anunciou que era o Sol, e não a Terra, o centro do Universo. Naturalmente agora aceitamos isso como verdadeiro, mas precisamos nos lembrar de que toda a cultura baseou-se na suposição de que a Terra fosse o centro. E um dos resultados dessa transformação foi rejeitar todas as obras cosmológicas especulativas, obras semelhantes à que vocês têm nas mãos. Vou explicar como isso aconteceu.

Copérnico, mais que qualquer outra pessoa, tinha consciência do perigo de sua pesquisa. Como um cânone da Igreja, ele recusou-se a publicar as descobertas que fizera até se encontrar em seu leito de morte. E o que ele temia realmente aconteceu: o conteúdo científico de sua pesquisa foi aceito e a orientação cosmológica de todo o mundo medieval foi vagarosa mas decididamente rejeitada. O mundo moderno, baseado numa cisão entre a ciência e a religião, teve ali o seu início. A partir daí, a religião seria, cada vez mais, vista como um repositório de verdades concernentes ao comportamento indispensável para se alcançar o céu; a ciência, por sua vez, viria a ser compreendida como um método para a descoberta da verdadade sobre o Universo físico, um Universo não mais considerado como repleto de realidades espirituais, mas compostao inteiramente de matéria densa.

O que precisamos perceber aqui é que a descoberta de Copérnico a respeito do movimento da Terra ao redor do Sol também deu aos humanos a vantagem de ver como a verdade é aprendida. Provavelmente durante cem mil anos os humanos acreditaram que a Terra fosse o centro do Universo. Esses humanos mais antigos teriam ficado profundamente confusos se tivessem recebido qualquer sugestão de que o Sol ficava no centro e era a Terra que girava ao redor dele.

Para a mente ingênua ou pré-Copérnica, o Sol era essa coisa quente que, lá no céu, girava ao redor da Terra todos os dias. Não podemos saber quão grande ele é, mas não pode ser assim tão grande, uma vez que nos é possível bloqueá-lo totalmente apenas com nosso polegar. A Terra é, em comparação, o mundo todo! É um lugar de grandes oceanos e ondas imensas, de enormes cadeias de montanhas e de furacões apavorantes! De nevascas e avalanches!

A grandeza de Copérnico foi que, com seu livro, ele forneceu um processo pelo qual os mais avançados pensadores da Europa podiam captar essa nova, sutil e supreendente verdade: o Sol reside no centro do sistema solar, enquanto a Terra, Marte e Júpiter, assim como todos os demais planetas, circulam ao seu redor. A conseqüência infeliz, porém, foi nos convencer de que nossos sentimentos e nossas intuições não eram confiáveis. Dali em diante, toda obra que se apoiasse nesse meios de conhecimento - e certamenete esses são os meios principais de Agenda Pleiadiana de Clow - devia ser considera sem sentido, idiota, sem valor e uma perda de tempo.

Como, então, abordar a obra visionária especulativa, especialmente esta que temos em mãos? Creio que há três abordagens básicas:

A primeira seria a da tendência atual da ciência, que considera sem valor toda discussão baseada na astrologia ou sintonização galática. Tal abordagem caracteriza a maioria dos cientistas de hoje.

A segunda abordagem seria considerar tal obra como literal e cientificamente verdadeira, mais ou menos da mesma forma que algumas pessoas consideram a Bíblia. Essa proposta, talvez mais popular que a primeira, tem o defeito infeliz de colocar seus adeptos contra a ciência que é a abordagem da verdade mais consensual e vigorosa presente em nossa cultura.

A terceira abordagem, sugerida pelo próprio texto, é pensar na obra com pertencente ao domínio da poesia. A fim de compreender como a visão poética pode ser verdadeira, porém verdadeira em uma forma distinta da verdade científica, gostaria de oferecer o seguinte, à guisa de explicação e como imagem, para A Agenda Pleiadiana como um todo:

Imaginem o momento em que Beethovem tocou, pela primeira vez, sua Ode à Alegria em uma sala vazia. A sala, porém, não estava tão vazia se considerarmos todas as formas de vida, em particular os procariontes unicelulares, que se encontravam, imaginemos, flutuando no ar. Sem qualquer dúvida - se é que podemos conceder a um organismo unicelular a mais leve gota de sensibilidade - tais procariotes não teriam a capacidade de apreciar a música que enchia a sala. Como seria, porém, se apenas uma, dentre as bilhões dessas criaturas, fosse um gênio? Se em vez de simplesmente permitir que as vibrações musicais palpitassem através dela sem serem percebidas, ela despertasse para a presença de algo grandioso?

Certamente o que ela iria experienciar seria apenas a mais ínfima parcela da total realidade da música de Beethoven, mas não é concebível que ela fosse tomada pela estranha sensação de que, subitamente, estava sendo penetrada por uma magnificência muito além das atividades comuns à sua vida?

Se um ser humano tem a sensibilidade de reagir a uma inteligência que varre a Via Láctea - uma inteligência que organizou trezentos bilhões de estrelas por dez bilhões de anos, uma inteligência cuja forma e funcionamento está fora de qualquer coisa já articulada pelas técnicas cuidadosas e empíricas da astronomia moderna - , podemos imaginar que esse ser humano precisaria criar uma imagem fantástica e poética. Se o córtex ou alguma outra região do sistema nervoso central tivesse sido incendiado por uma vasta mente cibernética ou galáctica, seria de se esperar ouvir não os cuidadosos e seguros prounuciamentos da verdade de ontem, mas as incríveis e especulativas visões de Barbara Hand Clow em A Agenda Pleiadiana

Brian Swimme, Ph.D.

Brian Swimme é cosmólogo e físico gravitacional do California Institute of Integral Studies (Instituto de Estudos Integrados da Califórnia). É o autor de The Universe is a Green Dragon (O Universo é um Dragão Verde) e co-autor, com Thomas Berry, de The Universe Story (A História do Universo).

2 comments:

madalena said...

perfeito, precisamos de mais pessoas pesnsando e agindo assim.
precisamos mais e mais de constelações humanas ao redor do mundo
parabéns pelo texto
fique em paz

Hathor said...

Para mais informações sobre 'A Cosmologia Pleiadiana', acesse http://sabedoria-ancia.blogspot.com/2011/02/cosmologia-pleiadiana-barbara-hand-clow.html